BLOG VELHO

15 Abril, 2008

Promoção 2 – 1000 visitas!

Arquivado em: Promoção — Junior @ 10:01 am

Bom pessoal, estamos chegando!!!

No ritmo que vai, amanhã ou quinta vai ser o grande dia.

Então, preparem-se. Engatilhem o print screen, e seja o que Deus quiser (ele ha de querer que uma moçoila ganhe a promoção!!).

Até!

Manú, a incauta – Capítulo 3

Arquivado em: Folhetim — Junior @ 8:22 am

Manú era inocente, incauta. Manú não sabia do seu potencial. Até que, um belo dia, foi descoberta por Marcos. Marcos a presenteou, com um envelope e uma caixa, preta, com uma fita vermelha.

O que havia na caixa? E no envelope?

Antes chegarmos a estas respostas, é preciso conhecer o Marcos.

Marcos, 17 anos, terceiro ano do ensino médio. Assim seria o seu perfil no site de relacionamentos. Mas ele era muito mais que isso. Marcos era um filhote de Don Juan, um metido a conquistador. Segundo o próprio, não existe mulher difícil, existe homem incompetente.

Marcos estudava suas vítimas, traçava planos, e dominava o inimigo. Um típico líder militar. Sun Tzu, era considerado amador perto de Marcos.

Mas Marcos não era cafajeste. Marcos apaixonava-se, de verdade. Era fiel, dedicado. Só que era meticuloso. Planejava cada movimento, cada palavra.

Para seus colegas, era um mestre. Todos diziam que não existia mulher que Marcos não fosse capaz de “derrubar” (palavreado deles).

Eis que, numa manhã qualquer, Marcos cabulou aula e, sem querer, acabou assistindo a aula de educação física da turma de Manú. Ruiva, Marcos nunca tinha ficado com uma ruiva. Marcos, solteiro desde o mês passado, caiu de amores pela moça.

Marcos bolou então seu plano. Primeiro divulgaria a novidade na sua turma, pra ver a reação dos colegas…

Foi positiva, ninguém tinha nada de negativo contra a moça. Próximo passo. Presentes.

Mulheres adoram presentes. Mas Marcos entendera que Manú era diferente. Manú era pura, era incauta. Seria preciso transformá-la.

E ele estava convicto que conseguiria.

Preparou os presentes, em uma caixa preta, com um laço vermelho, e um envelope. Perfumou o envelope, com seu melhor perfume.

No dia seguinte, esperou Manú, na porta da escola. Entregou, sem dizer nenhuma palavra. Bancou o tímido.

Manú correu, como ele esperava. Agora, era esperar para ver. Evitou encontrar Manú naquele dia, veementemente.

Foi pra casa, imaginando o resultado de sua estratégia. Teria funcionado? Só saberia na próxima manhã.

E lá foi ele, cedo para a escola. Esperar sua Incauta.

E ela veio. Não estava acompanhada da serelepe irmã, caminhava sozinha. No começo Marcos não a reconheceu. Mas logo deu-se conta que era sua estratégia, em pleno funcionamento.

Caminhando pela calçada, peito estufado, era uma vitoriosa. Passos firmes, cabelos esvoaçantes. Sabia de onde vinha, sabia pra onde ia.

Manú vestia uma micro-saia. Nada mais que um palmo. Suas coxas a mostra, os pelinhos dourados arrepiados. Uma sandália de salto alto, dava certo destaque as promissoras panturrilhas. O umbigo, talvez pela primeira vez, era exibido orgulhosamente. Usava um top, justo, evidenciando os belos e simétricos seios.

Maquiado, sem exageros, seu rosto era a cereja dessa deliciosa sobremesa. Os olhos, cobertos por um belo e grande par de óculos escuros. Emoldurando a obra de arte, o cabelo, que estava mudado. Uma franja lhe caia na testa, cobrindo parcialmente seu olho esquerdo.

Marcos transformara Manú, a incauta, em Manú, a fatal.

Mas como? Saiba no próximo e último capítulo de Manú, a incauta!

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