BLOG VELHO

27 Abril, 2008

Blog novo!

Arquivado em: textos meus — Junior @ 9:32 pm

Sim Sim Sim!!

ta pronto…

vão lá!! o que tão esperando??

Cliquem na imagem..

Não clicou ainda??

Bah, agiliza!!!

23 Abril, 2008

Novo blog

Arquivado em: textos meus — Junior @ 3:27 pm

Bom, como alguns já sabem, estou trabalhando na criaçao de um novo blog, que vai ter um formato um pouquinho diferente deste, mas vou tentar manter a mesma linha de textos.

Estou trabalhando no layout do novo blog, e assim que estiver pronto, divulgo aqui. Deve ser lá pelo final de semana.

Enquanto isso, vamos tocando com o folhetim do Aroldo. Não da pra abandonar né?

Peço desculpas pelo tempo sem postar, mas é que blog novo + viagem de feriadão = falta de tempo!

Até!

ps.: Aroldo, o falcatrua – Cap 2 já esta no forno. Quase pronto. Amanhã, no ar.

Aroldo, o falcatrua – Parte 1

Arquivado em: textos meus — Junior @ 3:24 pm

− Acorda Aroldo!!

Anh? O que? Acorda? Que horas são? Que dia é hoje? Pensava Aroldo.

− Sai daqui!! Me deixa dormir. Dizia.

Assim eram as manhãs de Aroldo. Sua mãe, todo santo dia, travava batalhas para tirá-lo da alcova. Mas ele resistia. Aroldo era free lancer, como gostava de definir. Motoboy, como definia sua mãe. Não tinha hora pra trabalhar, mas quanto antes ele fosse, mais faturava.

Não importava. Aroldo precisava dormir. Na média, eram apenas duas ou três horas de sono, até que sua mãe começava a labuta.

Acordava, a contragosto, pegava sua moto e se atirava no trânsito maluco da cidade. Quase morreu, por várias vezes. Aroldo não era um bom motorista, ainda mais com sono.

Todos os dias decidia que ia chegar em casa e dormir cedo. Ia dormir, não importava. Precisava descansar. Mas todo dia alguém ligava. Era um choppinho, uma polentinha, era uma balada, um churrasco. Sempre tinha alguma atividade, que o deixaria voltar pra casa só de madrugada. Mais uma vez.

E no outro dia, a mesma novela.

− Acorda Aroldo!!

Anh? O que? Acorda? Que horas são? Que dia é hoje? Pensava Aroldo.

− Sai daqui!! Me deixa dormir. Dizia.

Aroldo era popular. Principalmente com as mulheres. Se dava bem com o sexo oposto. Sabia o que dizer, quando dizer. Sabia o que não dizer, e quando não dizer.

Não era bonito. Mas tinha estilo. Era o que diziam suas fãs. Sim, Aroldo tinha fãs. Uma orla delas. Algumas acompanhavam sua vida, de perto. Até comunidade no Orkut chegaram a criar. Não foi pra frente, Aroldo pediu pra fecharem, e foi atendido. Afinal, as gurias entenderam que estavam fazendo propaganda contra elas mesmas.

As mulheres gostavam dele. Definitivamente. Mas o mais importante: Aroldo gostava de mulher. Não só de fazer sexo com mulher. Não. Aroldo gostava de mulher, em geral. Gostava tê-las, de possuí-las. Gostava do cheiro. Do jeito. Gostava de loiras, morenas, ruivas, e todos os outros tipos que pudessem existir.Teria sua própria coleção de mulheres, se pudesse.

Esse era Aroldo. Um cara que sabia o que queria, e, digo mais, sabia que teria o que queria.

Assim Aroldo ia levando a vida. Dia sim, outro também, saía com as mais diversas mulheres. Cada dia, uma nova aventura. Dizia ele que gostava mesmo era de conquistar as mulheres. Essa era a graça. A aventura, o desafio. Foi assim com todas elas. Depois de conquistadas, eram substituídas, e deixadas de lado.

Aroldo não ligava. Não mandava mensagens de texto, ou recados no Orkut. Ele simplesmente apagava as mulheres de sua memória.

Mas isso não podia durar pra sempre. Ele sabia. Deveria casar-se, ter filhos. Afinal, é pra isso que Deus nos põe no mundo, era o que pensava. Mas sempre adiava a mudança. Dizia que era cedo, que se preocuparia com família depois dos trinta. E ainda faltavam três longos anos.

Mas naquela noite fatídica, tudo mudou. Sentado no bar, bebendo com seus amigos, o Arlindo e Antonio (sim, eles se auto-intitulavam “O TRIPLO A”), Aroldo, de relance, viu algo surpreendente. Não podia acreditar. “Será? Não, não pode. Se bem que… pode ser.. não não, impossível!!”. Era. Aroldo ficou chocado.

Mas o que o Aroldo viu? Saiba no próximo capítulo, de Aroldo, o falcatrua.

18 Abril, 2008

Aguardem

Arquivado em: textos meus — Junior @ 9:30 am

Aguardem!!

17 Abril, 2008

Rasteirinhas, isso tem que ter fim!

Arquivado em: textos meus — Junior @ 10:54 am

Reforçando a campanha do programa Pretinho Básico, da rede Atlântida, eu resolvi escrever este texto.

Abaixo as rasteirinhas!!! Mulher tem que usar salto! Afinal de contas, sandalinha de Jesus não ajuda em nada.

Senão, vejamos: Brasil, mulher, bunda. Isso tudo é diretamente ligado. No Brasil, mulher é julgada pela bunda. Não vamos ser hipócritas.

Mas a bunda não pode vir sozinha. A bunda tem um contexto. Uma bunda bonita, começa por baixo. A perna toda conta.

Panturrilhas são fundamentais. Acreditem em mim. Antes ainda das panturrilhas, é preciso um belo tornozelo. O ossinho TEM que aparecer. Vejam bem, TEM que aparecer. Mulheres sem tornozelo são gordas em potencial. Ou seja, é como uma bola de cristal. Quer ver se uma mulher vai ser gorda no futuro? Procure pelo osso do tornozelo. Pesquisas de um instituto qualquer indicam sucesso em 78% dos casos. Ta, existem 22%. Mas melhor não arriscar. Acima do ossinho, torneada, começando bem fininha, crescendo, crescendo, deve estar uma bela panturrilha.

Depois das panturrilhas, o joelho. O joelho é também importante. Delicado, deve ser simétrico com o coirmão. Um joelho pra dentro, outro pra fora, não rola.

Na verdade os joelhos são apenas o portão de entrada das tão esperadas coxas. As coxas, são como o prato de entrada do paraíso. Devem ser rijas, imponentes.

Só então chegamos no que, popularmente, chamamos de bunda. As nádegas. A bunda deve ser firme, forte. Orgulhosa, deve olhar pra cima, exibindo-se aos transeuntes.

E o que tem as rasteirinhas com tudo isso, me perguntam vocês.

O que tem??

Tem que rasteirinhas dificultam muito essas características. Pra não dizer que impossibilitam.

Um belo salto alto, por si só, resolve metade do problema. Exalta o tornozelo, tornea panturrilhas e coxas, alinha os joelhos. Empina a bunda. O salto alto é a chave.

“Faz mal pra saúde” vão dizer. “Rasteirinhas são mais saudáveis” dirão outras.
Coca-Cola também faz mal. Da celulite. E nem por isso as pessoas param de tomar. Malhar faz bem, comer salada também. E mesmo assim o número de sedentários só cresce, e o de comedores de salada diminui.

Minha mãe já dizia que mulher, pra ficar bonita, sofre. Então, queridas, sofram mais um pouco! Salto alto já!!

Rasteirinhas, isso tem que ter fim!

ps.: exceção para eventos a beira-mar, ou qualquer outro piso em que seja impraticável o uso do salto.

SPAM

Arquivado em: textos meus — Junior @ 10:05 am

Fatos e Fotos

Arquivado em: textos meus — Junior @ 10:04 am
Um caminhao de melancia tombou perto de uma mulher, ao lado de uma pelada que ocorria num bairro de playboy na grande São Paulo, pessoas tiraram várias fotos do ocorrido. O evento ficou conhecido como “Fotos Mulher Melancia Pelada Playboy”!

Se você chegou pelo Google, pode me xingar nos comentários…

Roubado, descaradamente, do SANITÁRIO

16 Abril, 2008

Aroldo, o …

Arquivado em: Folhetim — Junior @ 9:05 pm

Depois dos comentários deixados na pesquisa, e da enxurrada de mais de 2 e-mails, ficou decidido.

Será AROLDO, O CAFAJESTE FALCATRUA.

Disseram que é porque eu tenho conhecimento de causa. Discordo. Enfim,

Em breve, novo folhetim. AROLDO, O FALCATRUA.

Com direito a elenco conhecido e tudo.

Completos

Arquivado em: Sem categoria — Junior @ 9:00 pm

Bom, com o final do segundo folhetim, resolvi criar umas páginas (ali do lado, acima do contador), em que os folhetins estão na íntegra, se alguém quiser ler tudo de uma vez.

Ta lá, é só clicar.

Tá esperando o que?? Clica!!

Manu, a Incauta – FINAL!!!

Arquivado em: Sem categoria — Junior @ 5:07 pm

Manú, a incauta. A pura. Assim era Manú. Até aquele fatídico dia.

Marcos a presenteara com, com… bem, com coisas. Coisas que mudaram sua vida.

Manú resolveu mudar. Começou por seu quarto, colocou todas suas bonecas em uma caixa, devidamente protegidas por sacos plásticos individuais e mudou a decoração, para um tom mais adulto.

O próximo passo era mudar a aparência. Pegou roupas da irmã, que no começo lhe pareceram pequenas, apertadas, mas que, mais tarde, lhe deram confiança. Olhava no espelho, e via que estava diante de uma bela mulher. Faltava ainda o calçado. Claudinha tinha o pé menor. A mãe ainda não havia voltado do trabalho, então Manú visitou seu armário, e escolheu uma bela sandália, de salto alto e fino.

Experimentou, e gostou. Sentia-se mulher. Sentia-se forte, confiante. Ainda faltava alguma coisa. Chamou Claudinha, que já veio com o estojo de maquiagem, e a escova-chapinha, ou algo parecido. Manú, finalmente, assumiu a borboleta que era.

No dia seguinte, antes da aula, esperou a mãe sair de casa, repetiu o ritual, e saiu. Cheia de pompa, toda orgulhosa de si mesma. Caminhou até a escola, causando torcicolos por onde passava. Na chegada, ao portão, Marcos a esperava.

Manú passou na frente de Marcos, o hipnotizando com seu perfume. Marcos a pegou pelo braço, a aproximou, e sussurrou no seu ouvido:

- Vejo que gostastes dos meus presentes.

Era verdade. Os presentes haviam mudado a vida de Manú. Um bilhete e uma caixa.

O bilhete, que inicialmente a assustara, dizia o seguinte:

Manú, és a mulher mais sexy que conheço. Só tu não sabe.
Te quero, e vou te ter. O presente da caixa, vai mudar tua vida.

Por isso Manú tremeu. Mudar minha vida? Como? Resolveu abrir a caixa. Abriu.

Na caixa, uma calcinha vermelha, fio dental. Daquelas que, na parte de trás, sobre o cóccix, fica uma pequena jóia em forma de triângulo, e depois desse uma tênue linha, que segue até encontrar um pequeno, pra não dizer minúsculo, pedaço de pano, que deveria cobrir pélvis da menina. Deveria, porque não cobre, transparente que é.

Manú sorri, e pensa: “uma calcinha não muda a vida de ninguém”. Engano. Vestiu a calcinha, por curiosidade, pra ver como ficava. Até então, Manú só tinha calcinhas de algodão, com carinhas sorridentes. Calcinhas de menina. Que claro, também tem o seu valor.

Na mesma hora, diante do espelho, foi tomada por um sentimento de poder, uma força que só as mulheres possuem. Entendeu que tinha ali, naquela calcinha, a mais poderosa arma de conquista que uma mulher pode ter. Viu-se linda, poderosa. E decidiu mudar sua vida.

O resto, já sabemos.

Quando Marcos a parou na entrada da escola, por um instante, Manú pensou em esnobá-lo. Mas resolveu dar uma chance àquele que a descobriu. Disse que queria conversar com Marcos, mas não agora. Na saída da escola. Atrás do muro. Claudinha havia lhe falado a respeito de “atrás do muro”.

Marcos entendeu o recado, e a esperou, no final da aula, atrás do muro da escola, em um terreno baldio. Sabia o que significava. Aquele era o local freqüentado por casais e/ou futuros casais da escola. Ia se dar bem, pensou Marcos.

Manú veio, trocaram 5 ou 9 palavras, e ficaram. Beijos fogosos, porém molhados. Era a primeira boca que Manú beijava. Marcos, veterano, parecia um polvo, cheio de braços. Manú dava uma de Lev Yashin, o goleiro russo, também conhecido como Aranha Negra, das décadas de 50, 60 e 70. Defendia tudo o tal Lev Yashin. E Manú também. Marcos no ataque, Manú na defesa.

Se deram bem. Teve química. Começaram a namorar.

Daquele dia em diante, Marcos buscava derrubar a barreira que ele mesmo criara. Buscava tirar a calcinha de Manú.

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